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Super Phoenix

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Liga de Charqueadas 2012

Está formada a Liga das equipes de Charqueadas. Segue a composição da Liga para 2012. Boa sorte para esses gincaneiros que se dispõe a trabalhar para a realização do evento.

Presidente - Rodrigo Lindner -TNC
1º Vice - Junior - GR
2º Vice - Gotcha - SPN

Secretário Geral - Marco Aurelio - GR
1º secretário - Luke - SPN
2º secretário - Diego - TNC

Tesoureiro Geral - Elisandro - SPN
1º tesoureiro - Diego Tramontini - TNC
2º tesoureiro - Cássio - GR

Vai uma ajudinha aí?

Uma das receitas básicas para se obter uma boa colocação em uma gincana é ter boas equipes de apoio participando junto com você. Atuar em rede amplia as chances de conseguir um objeto, encontrar alguém escondido, matar uma charada e, também, ampliar o teu leque de amizades. Todo mundo sabe ou pelo menos deveria saber disso e todas as grandes equipes possuem a sua rede de apoios montada e estabelecida.

As mais famosas, por assim dizer, "Família Gincaneira" e "Coirmãs" foram criadas lá por 2007 e agrupavam (e ainda agrupam) um sem número de equipes embuídas no espírito de ajuda mútua. Esse modelo foi muito forte entre 2007 e 2009. Em 2010, surgiu uma nova ideia de parcerias que buscava mais flexibilidade na negociação de apoios, lembrando que as redes originais agiam sempre em conjunto, ou seja, todo mundo na rede ou nada feito, esse novo modelo abriu a possibilidade de apoios cruzados entre diferentes equipes, assim ora atua-se como aliado, ora se está em lados opostos. Há equipes atuando em ambos os modelos com bons resultados.

Nos últimos trinta dias venho observando um movimento nessas parcerias que eu não via desde 2007. Tenho ouvido aqui e ali relatos dos mais diversos sobre negociações em andamento em todas as cidades. São boatos sobre reuniões, emails, currículos, portfólios, folders, promessas, enfim, são tantos que se todos fossem confirmados todas as equipes acabariam sem apoio (ou tudo ficaria como está!), pois todo mundo estaria mudando de lugar.
Evidente que "onde há fumaça há fogo", muitos dos boatos que estamos ouvindo em 2011 serão realidade em 2012, ou até antes disso, equanto outros não darão em nada e serão esquecidos.A pergunta que faço é: por quê isso está ocorrendo?

Provavelmente a resposta para essa pergunta esteja no desgaste natural que ocorre em todas as parcerias. Esse pode surgir devido a problemas de relacionamento, aparente falta de empenho de alguma parte, falta de contrapartida, etc... Normalmente isso é mais percebido quando os resultados não chegam, principalmente se não chegam durante algum tempo. Nessa hora começa a tradicional caça aos culpados e, as vezes, sobra para o apoio. Assim, não chega a ser surpresa, ou causar qualquer reprovação, que algumas equipes estejam procurando novos ares e selar parcerias que possam lhe dar esperança de uma melhor colocação na próxima gincana. Claro que não se troca de apoio apenas por causa disso, há outras causas, como alinhamento com a rede das outras parceiras ou você foi deixado e tem que procurar novos apoios, por exemplo.

Ainda ouviremos falar muito desse assunto até o início das gincanas em 2012. A movimentação seguirá forte e, se alguns boatos se confirmarem, teremos algumas grandes surpresas para o próximo ano. Um detalhe que devemos estar atentos é a quantidade de apoios, pois ser apoiado por quinze equipes requer retribuir a ajuda quinze vezes. É preciso ter muito fôlego, se não, na próxima reunião para avaliar o resultado da gincana, o problema pode ser você e aí o boato do próximo ano você já sabe qual será.


Até +

Rolante 2011 - Desfile

O nosso blog está ficando chique bebê! Nesse último sábado enviamos a Rolante um repórter especialmente para cobrir o desfile de abertura da gincana.

Segue, resumidamente, o relato do nosso enviado especial:

"Na cinza manhã desse sábado, as equipes fizeram um belo desfile, muito criativo e descontraído. O tema proposto pela organizadora foi o "universo da literatura infantil", um ótimo tema, bastante amplo e que foi muito bem explorado por todas as equipes. Houve equipes que apresentaram grandes desfiles, repletos de alegorias e muita animação. Todas as equipes estão de parabéns.

Foi muito interessante observar que cada equipe tem o seu próprio estilo de se apresentar na avenida, uma maneira de se expressar que resume muito bem o espírito da equipe.

Há algumas diferenças entre o desfile de Rolante e o desfile de São Jerônimo. Em São Jerônimo, todo o percurso do desfile tem o trânsito de veículos bloqueado e é feito um cordão de isolamento entre a calçada e as ruas por onde passarão as equipes. Além disso, todas as equipes desfilaram em mais ou menos uma hora, todas elas juntas, uma após a outra. Em São Jerônimo, como há tempo mínimo para o cumprimento da tarefa, os desfiles demoram mais, também por que as equipes devem esperar pelo retorno do "carro de som oficial" providenciado pela liga para o desfile de todas as equipes, em Rolante, se alguém quiser música para animar seu desfile, tem que providenciar seu próprio carro de som.

Depois do desfile fui convidado para o pós desfile da EQTTCI!? onde me passei uma ótima tarde em companhia dos nossos amigos."

Alguns instantâneos do desfile:

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Como podem ver, a gincana de Rolante já começou. Todas as equipes estão empenhadas em fazer bonito no próximo final de semana e conseguir uma boa colocação nessa tradicional gincana. Falando em fazer bonito, a Racha Cuca liberou mais uma tarefa para as equipes. Dá só uma olhada:




Boa sorte equipes!

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Todo Cuidado é Pouco

Hoje o post é sobre um assunto bastante sério. Quem costuma participar de várias gincanas por ano acaba por conhecer pessoas de todas as equipes e, com o passar do tempo, essas pessoas vão ficando nossas amigas.

Essa amizade é boa parte do forte vínculo que temos com esse evento, mais do que velharias colecionamos amizades. Então foi com muita tristeza que recebi a notícia de que um pessoal da Pepino sofreu um acidente automobilístico quando retornava de Rolante, onde tinham ido para assistir ao desfile de abertura da gincana.
Espero que ninguém tenha se ferido com gravidade e que os danos tenham sido apenas materiais, além de um grande susto.

O certo é que, mais uma vez, vale reforçar aquela máxima de que temos que ter o máximo de cuidado no trânsito. Várias vezes já escrevi aqui no blog sobre isso, cuidado na direção. Não adianta nada se matar para cumprir uma tarefa.

Pessoal, sábado temos gincana em Rolante, uma das gincanas mais queridas por todos os gincaneiros, vamos lembrar de NÃO cometer loucuras na direção, de NÃO beber antes de dirigiir, enfim, vamos evitar perder algum amigo querido por causa de um acidente que poderia ser evitado.

Desejo melhoras ao pessoal que se acidentou no sábado e espero vê-los em breve participando das próximas gincanas.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Liga para quem precisa

Recebi a notícia de que Charqueadas estaria criando a sua versão da Liga das Equipes para gerir a gincana da cidade já para o ano de 2012.
Se confirmada, será um importante passo para a autonomia do evento em relação a prefeitura da cidade, deixando que os próprios gincaneiros decidam os rumos que o evento deve tomar. A questão é que, como diria o tio Ben Parker, "junto com o poder vem a responsabilidade" e a partir desse momento o sucesso ou fracasso não poderá mais ser imputado a terceiros.

Acompanho a liga das equipes de São Jerônimo há vários anos. Nesse tempo, já testemunhei erros e acertos, avanços e retrocessos. Assim, a partir da minha experiência nesse assunto e nas observações que fiz, tomo a liberdade de fazer algumas sugestões aos gincaneiros de Charqueadas, e de qualquer cidade que queira organizar uma Liga, nesse processo.

Primeira: Para a Liga ser bem sucedida, é muito recomendável que os seus membros deixem as camisetas de suas equipes do lado de fora da sala de reunião.
Segunda: A liga deve se preocupar em gerir os aspectos financeiro e de infraestrutura do evento. Deixem as regras e regulamentos para a organizadora. Assim, a primeira sugestão tem mais chance de ser seguida.
Terceira: Façam o menor número possível de reuniões. Acreditem quanto mais reuniões, mais proximidade e quanto mais proximidade maior atrito. As reuniões devem ser objetivas, focadas na pauta. Discussões sobre tarefas devem ser feitas em outros locais. A liga serve para arrecadar fundos e cuidar da logistica do evento.
Quarta: Cumpram o que foi combinado. Parece simples, mas não é. Se algo foi combinado deve ser cumprido por todos, em caso de descumprimento do acordo deve haver uma punição financeira (deixem a pontuação da gincana de lado) previamente estabelecida. Parece piada, mas cumpram, principalmente, o estatuto da liga.
Quinta: Somente mandem para a liga pessoas que realmente saibam o que se passa dentro da equipe. Nada pior do que um alienado tomando decisões que depois são contestadas pela própria equipe.
Sexta: Todos os membros da liga devem trabalhar pela realização do evento, ou seja, não dá para deixar tudo nas mãos do presidente. As tarefas devem ser bem definidas e divididas entre as equipes.
Sétima: Os custos da liga, ou seja, os custos do evento arcados pela liga, devem ser pagos antes de qualquer distribuição de patrocínio para as equipes. Isso ajuda a evitar chamadas extras no final do ano.
Oitava: Façam ata, assinada por todos, de toda decisão tomada na liga.
Nona: Dêem publicadade para o que ocorre dentro da liga.
Décima: Ouça o que eu digo, não ouça ninguém.

Sim, eu sei, estou viajando. "Se é tão fácil, por que a Liga de São Jerônimo não funcionada dessa forma?", perguntarão alguns. Não sei a resposta. Talvez as equipes queiram inteferir na gincana, talvez eu esteja sendo muito ingênuo (na prática a teoria é outra). O que eu sei é que essas sugestões evitariam alguns problemas e desgastes que são enfrentados por quem faz parte da liga.

Alguém teria mais alguma sugestão?

18

Em mais de uma oportunidade perguntaram para a gente o porquê de termos bordado o número 18 em nossa camisa. A resposta é simples, esse foi o número escolhido para ser colocado na ficha de inscrição para a gincana de 2008 e segue sendo o número que utilizamos até hoje.

A organizadora daquele ano, Enigma, pediu que as equipes escolhessem um número qualquer para representar a sua equipe. A nossa ideia inicial era o número "300". Saca os trezentos de esparta? Pois é. O problema é que ficamos com medo da organizadora pedir 300 pessoas ou unidades de alguma coisa durante a gincana. Estaríamos ferrados. Trezentas pessoas nem.... Então resolvemos escolher um número menor, porém com algum significado, para representar a nossa equipe.
Quase que imediatamente lembramos da história dos 18 do Forte de Copacabana. Um episódio muito interessante, berço do movimento conhecido como tenentismo, movimento surgido a partir da inconformidade de um grupo de pessoas com a situação vigente. Assim, decidimos pelo dezoito.
Portanto, não corresponde a verdade que adotamos o dezoito por esse ser o número de pessoas que fundaram a equipe. Nada disso. Não tinhamos essa quantidade toda de gente na nossa fundação.

Segue um resuminho sobre os dezoito do forte:

"A Revolta do Forte de Copacabana, em 1922, foi o primeiro movimento militar armado, que pretendeu tirar do poder as elites tradicionais e esboçou a defesa de princípios modernizadores, refletindo o descontentamento com a organização política e econômica da época e características peculiares da formação do exército brasileiro.
O levante ocorrido em julho de 1922, na cidade do Rio de Janeiro, capital federal na ocasião, teve como motivação buscar a queda da República Velha, cujas características oligárquicas atreladas ao latifúndio e ao poderio dos fazendeiros, se opunham ao ideal democrático vislumbrado por setores das forças armadas, em especial de baixa patente como tenentes, sargentos, cabos e soldados.
Diversas unidades do Rio de Janeiro se organizaram para realizar um levante no dia 5 de julho de 1922 contra o presidente em exercício Epitácio Pessoa (mais um representante da oligarquia que dominava o país) e Arthur Bernardes que assumiria o cargo em novembro.
No entanto, apenas o Forte de Copacabana, sob comando do Capitão Euclides Hermes da Fonseca, e a Escola Militar se revoltaram, e foram, dessa forma, facilmente combatidos. Apesar da posição contrária à política café-com-leite, os militares de alta patente acabaram por não aderir ao movimento. A informação chegara até o governo que tratou de trocar os principais comandos militares da capital. Durante toda a manhã do dia 05, o forte sofreu bombardeio da Fortaleza de Santa Cruz, mas os 301 revolucionários (oficiais e civis) mantiveram-se firmes até que Euclides Hermes e o tenente Siqueira Campos sugeriram que desistissem da luta aqueles que quisessem: apenas 29 decidiram continuar. Para tentar uma negociação, o Capitão Euclides Hermes saiu da fortaleza, mas acabou preso. Os 28 restantes continuaram resistindo. Repartiram a bandeira em 28 pedaços e marcharam pela Avenida Atlântica em direção ao Leme. Dez abandonaram o grupo durante o tiroteio. Os 18 que se mantiveram em marcha foram finalmente derrotados em frente à Rua Barroso (atual Siqueira Campos), na altura do Posto 3 de Copacabana. Apenas Siqueira Campos e Eduardo Gomes sobreviveram. O episódio, mesmo que não bem sucedido, tornou-se um exemplo para militares e civis no país, dando origem a outras revoltas tenentistas como a Coluna Prestes, a Revolta Paulista (1924) e a Comuna de Manaus (1924)."

Para saber mais sobre o assunto, sugiro fortemente que leiam o livro "A noite das grandes fogueiras - uma história da coluna prestes". Esse livro conta muitos detalhes sobre as origens e motivações dessas revoluções. Também mostra que muitos dos problemas enfrentados aquela época persistem até os nossos dias.


Até +

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Gincana de Farroupilha

Esses dias eu estava intrigado: “Por que será que nunca falei da gincana de Farroupilha no blog?”. Eu tinha certeza que essa seria uma pauta interessante, só que acabei deixando para depois e nunca mais escrevi sobre o assunto.

Esse post sairia na semana passada, mas a semana passada foi, digamos, bem mais “animada” do que o normal. Só agora que a empolgação com a gincana de Portão passou, ao menos por aqui, tenho a oportunidade de falar sobre a gincana de Farroupilha.

Para entender um pouco sobre a gincana dos caras, fiz uma visita ao site da organizadora do evento, a Spaço FM. O site é bem legal, tem fotos, tarefas de anos anteriores e uma série de informações sobre a gincana.

Nesse site eu entendi o porquê de eu nunca ter escrito sobre esse assunto antes. Essa gincana tem ocorrido de dois em dois anos. A última edição foi em 2009, no final do primeiro ano de atividade do blog. Naquela época os assuntos tratados aqui eram muito mais para dentro da equipe do que assuntos em geral e tal.

Pois bem, dando uma olhada no site deu para perceber que a gincana de Farroupilha é um acontecimento na cidade, que é uma gincana de tradição e que as tarefas lembram aquelas das gincanas da década de 90 e início dos anos 2000, principalmente em Portão/São Jerônimo/Rolante/Taquara.

Duas coisas chamam a atenção, as fotos do desfile de abertura e o tamanho das equipes. Acho que não exagero ao dizer que o ponto alto da gincana é o desfile, tanto pela elaboração das alegorias quanto pela participação dos gincaneiros. Aliás, pelo que está no site, as equipes são gigantes. Uma fala em 1.000 integrantes, outra em 1.500, uma outra em 1.900. Credo! Imagina se eu conto por lá que a nossa equipe não tem 100 integrantes!?
Outra coisa legal é a “idade” das equipes. Tem equipe de 1978, caso da Gin&Cana, na ativa.

Apesar de ser uma gincana de 20 anos, ela está apenas na sua XI edição, pois não é anual. Nesses 20 anos não houve o mesmo vencedor em edições consecutivas e somente no ano passado a Pileque conseguiu ser a primeira equipe a conquistar a gincana por três vezes.

Essa interessante gincana, anunciada no site como “a maior gincana do país”, irá ocorrer no dias 3 e 4 de dezembro.

Maiores informações, visitem o site da gincana.